Foi direito a ele bem decidido. Pensou: “ vou apanhar-te!” – deitou-lhe a mão e saíu ferido, mas agarrou-o, porque a vontade era muita. Sabia o que queria e conseguiu. De forma egoísta meteu-o debaixo do sovaco amparando com a outra mão e olhou para ambos os lados, não aparecesse alguem a reclamar tal preciosidade...
Pelo caminho várias palavras soltas, frases desconchavadas e uma turbolência tramada, mas tinha que ser, era preciso chegar a casa e, depois, logo se veria o que fazer.
Passada a azáfama do transporte chegou, enfim, ao lar, doce lar e ficou feliz. Finalmente, tinha um amigo feito à pressa.
Tocou o telefone e ouviu-se . “ alô...” dentro de casa, ficou espantado tentando perceber quem falava donde viria aquela voz numa casa feita de silêncio habitualmente.
Tenho que lhe dar um nome... mas qual?... então, ele falou outra vez e disse .” Jacó...” e o assunto ficou resolvido.
O homem exausto resplandecia felicidade. Finalmente, conseguiu um amigo...